Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

Novamente o semáforo da escola do Caldeiro

(Foi recebido, o seguinte comentário sobre um caso ocorrido no semáforo da escola do Caldeiro, publicado em 21 de Março de 2007, que se encontra nos arquivos deste blogue.)
De José Júlio a 16 de Maio de 2007 às 22:14
Resposta ao deturpado relato de um caso ocorrido no semáforo da escola do Caldeiro

De acordo com a versão apresentada anteriormente, é minha obrigação enquanto membro desta instituição e interveniente directo no caso, esclarecer VERDADEIRAMENTE este acontecimento, passo a explicar:
12 horas – Saída para a almoço dos alunos da Escola acima referida, semáforo vermelho para veículos e verde para peões .
Havia sim, veículos parados no sentido descendente. De acordo com a sinalização luminosa uma criança aproxima-se da passadeira para iniciar o percurso até ao outro lado da estrada. O veiculo prioritário, ou seja, ambulância, que assinalava a marcha de urgência luminosamente (sinais de pisca e rotativos dos quais estes veículos estão equipados para fácil distinção nas diferentes ocorrências) acciona o “Tinoni” logo ao inicio da descida, isto é, dezenas de metros antes.
Esta acção tinha como objectivo alertar tanto os condutores como passageiros da aproximação deste veículo prioritário. Veiculo este que transportava um doente com implicações cardíacas graves em direcção ao Hospital Distrital de Évora. O uso do “tinoni” como o Sr/a. o intitula, é utilizado quando estritamente necessário, precavendo a condição física e psicológica de quem infelizmente vai na maca da ambulância.
Este sinal sonoro é sim frequente na saída do veiculo de emergência para o local do sinistro e não, no decorrer do transporte salvo excepções como a ocorrida em que era necessário o alerta da aproximação do mesmo. O condutor do veiculo de emergência, EU, ao aproximar-se da passadeira a velocidade reduzida e em segurança, apercebo-me que uma criança ia a iniciar a travessia, embora prioritário mas se a situação assim o exigisse obrigado a parar. No entanto, do lado contrário uma outra pessoa, funcionária da escola, suponho eu, indica á criança entre gestos e palavras para parar, o qual esta cumpriu sem qualquer problema de que me tenha apercebido. Como na altura em que liguei o sinal de emergência sonoro AINDA NÃO HAVIA CARROS EM SENTIDO CONTRARIO, os que chegaram posteriormente abriram o espaço necessário para que este veículo prioritário pudesse passar.
Devo salientar que o “inteligente condutor (QI<0)” como o Sr/a. se refere a mim, acumulo 18 anos de experiencia nesta casa ao serviço da população e com grande orgulho na posição idónea com que exerço esta função, um doente em estado grave deve ter assistência médica o mais rápido possível, respeitando sempre a nossa segurança e a de terceiros. Levamos uma vitima não queremos mais.
È ofensivo a maneira como o Sr/a. se referiu a nós e as acusações que proferiu a nosso respeito, tais como:
“Será que lhe deu uma dor de barriga? Claro que não, foi uma artimanha para não ter que esperar…”
Agora sim lhe respondo no mesmo contexto frásico como a sua carta foi publicada inicialmente, “os Srs., os inteligentes (QI<0) pais desta criança, é que deveriam levar um puxão de orelhas” por vir tornar publico um acontecimento falso, pondo em causa o profissionalismo de um tripulante de ambulância e o bom nome de uma Instituição.

José Júlio Godinho
Chefe
B.V.Estremoz
publicado por estremoznet às 23:44
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1 comentário:
De Pais informados a 23 de Maio de 2007 às 23:12
acontece que o acontecimento não é falso. falso é esta tentativa de desculpar o indesculpavel!!
o Sr. José Julio Godinho, devia levar "um forte puxão de orelhas" por não conseguir admitir o erro que cometeu. a situação foi bem mais grave do que ele descreve!
atenção que muita gente presenciou o acontecimento e o que o sr condutor diz, não corresponde á verdade.

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